Alentejo.

A idade ou a saudade ou a vida ou o que tem que ser, fazem com que a saliva brote e as lágrimas escorreguem quando nos lembramos do que, ainda que longe e distante, nos pertence. De alma e coração.

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A minha mãe faz pão.  Como este. Que amo de paixão e de que tantas saudades tenho. Pão acabado de fazer a saber ao fermento, aquele toquezinho  azedo que faz do pão alentejano, algo divinal.
Tenho tantas, mas tantas saudades…

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Das favas que adoro…

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…À açorda alentejana que a saudade me fez aprender a gostar…

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Os espargos selvagens do pinhal que se apanham nas idas à lenha…e que se comem com ovos…

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Os figos da figueira do meu pai em começo de época…

Tantas mas tantas saudades.
Meu Alentejo…

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Monday Nuts…

Segunda.
Tempo farrusco, sol tímido que vai e vem e nem chega a fazer visita…
Nem um raio consegui apanhar…

Frio. Que por incrível que pareça sinto mais agora do que no puro Inverno.
Tempo de leitura, escrita, cuidados pessoais…porque é fundamental cuidar de mim, tratar-me bem. Às vezes esqueço-me de mim…muitas mais vezes do que gostaria…

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E tempo também de amendoins, uma receita da Tanzânia…e que apetitosos ficam. Um pequeno vício.

O sol brilhou agora mas escondeu-se de novo…Não gosto assim.

Bom dia.