Another one.

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My favorite…

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Das maravilhas.

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Vou andando pela rua e vejo estas maravilhas. Estes contrastes, estas cores, estas simplicidades que tudo valem.
Não consegui ser vista pelo médico mas à porta estava esta maravilha…

Boa Tarde.

Das cores quentes.

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Gosto destas cores quentes mesmo quando o tempo está farrusco.
Gosto do calorzinho que sai deste céu cinzento que ameaça chuva.
Gosto de uma mãe agitada a fazer rissois porque é sinal que ainda a tenho capaz de fazer rissois.
Gosto deste ar árido como se a civilização não tivesse passado por aqui.
Gosto até (confesso!) de perceber que não há aqui mesmo nada. Porque estou farta de estar rodeada do tudo que nada vale.
Gosto muito, tanto, disto.

Porque aqui sou Eu.
Sem tirar nem por.

Bom anoitecer.

Dos azares imprevistos.

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Nunca podemos dizer que estamos bem. Só podemos falar do agora, porque no minuto, na hora, no dia seguinte tudo pode mudar.
Juro que não me importo muito com as coisas materiais.
Aprendi a valorizar muito as pequenas e importantes áreas da vida: a saúde, a amizade, um sol vigoroso e os seus raios…as pequenas (grandes) coisinhas que para mim são tão importantes.
Quando ontem me bateram no carro, de imediato dei Graças a Deus por estar bem. Por não me ter magoado.

Olho para o carro e fico triste.
Caramba, sempre fui tão cuidadosa.
😐

Dos dias menos bons.

Há dias em que colocamos a cabeça na almofada e pensamos…”Quero dormir, que venha depressa o amanhã ”

Foi o que me aconteceu ontem.
Os meus lábios rebentados pelo sol estão melhores, a conjuntivite mostra sinais só quando acordo.  E a infecção não está a conseguir resolver-se, terei que utilizar um novo plano.
Ontem foi um dia menos bom.
Que tenho muitos é certo, mas há uns que ainda são menos bons q os piores.

Por vezes vou ler os posts do homólogo do ano passado. Gosto de fazer esse exercício.
Raramente tenho pensamentos diferentes, vejo que sou uma pessoa onde o tempo não altera a sua forma de ser e pensar. Não sei se isto é bom ou mau.

P.S. Ontem bateram-me no carro por trás.  Não é uma sensação muito agradável.  Especialmente porque sou hiper mega cuidadosa e em tantos anos de carta nunca tal me tinha acontecido. Mas a culpa não foi minha e foi assumida de imediato.
Custou-me porque a culpa não foi (também) daquela senhora, mas de um carro emigrante que passou um vermelho,  lançou o caos e fugiu.
Não foi bonito ve-lo a fugir. Não mesmo.

Que hoje seja um melhor dia.