Da simplicidade.

São as coisas simples as mais importantes para mim.

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Neste momento o acto de estar relaxada, isolada, metida comigo mesma, são momentos que não quero deixar de ter. Porque me são essenciais, porque me acompanham ao longo dos meses e porque não quero deles prescindir.
Preciso isolar-me agora. Estar no meu cantinho e escrever. Preciso ter cuidado com as grandes agitações. Às vezes tudo tem que ser bem gerido, sob pena de ficar extenuada.
Quem está isolada como estou, pura e simplesmente não consegue gerir bem uma série de coisas.

Não é por mal.
É apenas porque é assim.

P.S. Já vos disse que adoro fotografar flores e plantas?

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Do meu País.

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Do chegar.
Não há maior pertença do que aquela que nos liga ao nosso País.
Aonde pertencemos. Aonde nascemos. Crescemos. E aonde fomos tudo aquilo que queríamos ter sido.
O facto de não gostar de lá não está sequer relacionado com alguma implicação com aquele País (que tem de facto muitas lacunas que só quem lá vive sabe e não vêm nesses artigos inúmeros saídos na imprensa onde lhe atribuem os primeiros lugares disto e daquilo), assim seria em qualquer outro.

Para além dos especiais que o meu pequeno Mundo alberga estarem cá todos, sinto falta deste céu, deste ar seco, deste calor, destes sorrisos e de ouvir bom dia. De ouvir falar a minha língua.
Sabiam que o meu coração acelera quando ouço falar português?
Curioso não é?

É de facto aqui que eu pertenço. É aqui que sou eu. É aqui que me reencontro.

É aqui que a esperança me abraça e me diz…”Tem calma.”

Bom dia.