Das dores. Ainda.

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A dor de ontem passou. Por volta das 18h.
Hoje, por volta das 17 regressou.
Está aqui.
Esteve o resto da tarde, o resto da noite. 
Sempre esta moinha, sempre aqui a latejar…
Sempre aqui a não me permitir aproveitar.
Esta merda (destas dores) é tramada.

Boa Noite.

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Puro Amor vindo de dentro.

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Nasci da minha Mãe.
Temos as nossas coisas porque a idade também a fez mais resmungona e eu admito que nem sempre sou delicada porque a vida me tem sido tramada e sou incompleta grande parte do ano.
Mas Deus queira que ainda a possa conduzir muitos anos. Mesmo com a rabujice característica.

Sempre assim, mão na mão.
Boa Noite.

Da enxaqueca.

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Tive ontem uma enxaqueca como já não havia meses.
O meu dia começou às 6 da tarde.
Foi quando me levantei.
Foi quando consegui enfrentar a luz. Foi quando pedi à minha Mãe para me fazer uma torrada.
Vomitei inúmeras vezes, e ataquei os comprimidos para a coluna da minha Mãe.  Tomei um que nada fez, em pouco tempo outro.
A droga não me permitiu fotografar, escrever, nem sequer orientar-me.
Acabei por comer outra torrada ao jantar, por não me sentir capaz.
Pelo meio estive com uma amiga que me veio trazer algo feito por ela.
Das coisas mais especiais que recebi nos últimos tempos.

Quando me deitei tinha fome. Tinha muita fome.
E apenas um chocolate para comer.

Que hoje seja um melhor dia.
Até porque é o dia da minha Mãe.
Bom dia!!