Que eu não me permita.

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Que eu não me permita esmorecer.
Que eu não me permita nunca desistir de mim, desistir de esperar pelo sol.
Que a chuva não me impeça de ser eu e tudo alcançar.
Se tiver que ser, que caia na mesma proporção com que espero de novo voltar.
Ao mesmo lugar, onde espero um dia, vir a ser Eu. De novo.

Boa Noite.

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Do recomeço.

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Desde que me lembro, para mim, Setembro foi sempre mês de recomeço.
De começar algo novo, de iniciar um novo projecto, de (re)começar as aulas no ginásio ou fazer ginástica ou exercício de forma mais séria, cortar o cabelo novamente, mudar algo na decoração de casa, regressar ao trabalho…
E ora aqui está…regressar ao trabalho…o cerne da questão.
Eu não trabalho como sabem. Não tenho uma ocupação remunerada, onde me seja retribuída alguma compensação monetária pelo que faço não quer de modo algum dizer que não tenha uma ocupação.
As minhas noções de fazer o bem, de me sentir bem comigo própria não estão proporcionalmente relacionadas com vencimento (que gostaria de receber, como é óbvio!!!).

Sou uma raridade. Uns chamar-me-ão  de parva, tola, sem juízo.
Trabalho uma enormidade, de borla!!
Por amor à camisola. E a mim própria.
Porque me ajudo muito mais assim ao invés de me encher de anti depressivos como todo o mundo anda.

O que mais me satisfaz?
Sentir que sou útil.
Tratarem-me pelo nome.
Sentirem quando não venho.
E assumo-o porque essa é talvez a única parte egoísta do meu caminho altruísta.
Muitas vezes não se faz o que eu quero, o que eu gosto, o que a mim me dá mais prazer.
Não. Porque eu escolho sempre o lado melhor para os outros. Sempre.

Em Setembro é tempo de retomar.
O trabalho diário, afincado do qual é certo, recebo inúmeros elogios.
Faço-o porque é a minha cara, o meu projecto, de raiz. Fui eu que o criei. É meu. Está colado ao meu nome.
Sou uma lutadora.
Porque só quem assim é, leva algo desta forma, avante. A troco de nada.

O profissionalismo e o desempenho nada tem a ver com remuneração.
Assim como a magia e o que é puro não tem a ver com credos, ideologias, posições sociais ou beleza exterior.
Nada mesmo.
Quando duas almas se tocam, não há nada a fazer.

Boa Tarde.

De hoje.

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Chegou com força a Sra. Chuva.
Estava desejosa, sequiosa…
Nem sei muito bem como me sinta. A chuva, o tempo cinzento fazem-me sempre ficar mais em baixo.
Não precisava portanto já, disto.
Mas há coisas em que o nosso papel é nulo ou irrelevante,  e o controlo do tempo é uma delas…
Assim resta aceitar o fluir, fazermos o que podermos e principalmente sermos abençoados com saúde para que a vida ainda possa ser aquilo que sonhámos para ela.

Com chuva, com Sol, cinzento, nublado ou com nevoeiro é sempre tempo de dizer Bom Dia.
E enviar o meu melhor sorriso 🙂