Do Nicolau Breyner.

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Cresci a ver o Nicolau.
Cresci a gostar do Nicolau.
Não o conhecia é certo, mas era como se conhecesse..
A sua ligação ao Alentejo, tão a minha.
A sua desprentensiosa e sem vedetismo, forma de encarar a vida..tão como eu..

Choca-me muito a sua morte..
Porquê? Porque esperaram por ele no trabalho, porque a sua vitalidade nada disto fazia prever e porque toca naquilo que mais profundamente me assusta…
A morte silenciosa, repentina, sem possibilidade de nada dizer, nada confessar..
Este é o meu maior medo, o meu maior terror..Partir sem antes dizer o que tenha mesmo que ser dito.

Boa Noite!!
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