Dos baixos.

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Há sempre o tempo da mudança.
Em que [de tantas cacetadas] aprendemos a seguir o nosso caminho..
São tempos duros, árduos, mas que têm que ser vividos, sob pena da vida não avançar..
Tenho grandes preocupações no momento. Tenho muita coisa em jogo, muitas coisas que dependem da minha pessoa e o núcleo que me deu Vida a precisar de mim.

Sou uma pedra. Uma rocha.
Que de desfaz na solidão do lar.
Lá fora consigo tudo, nunca me vergo, não me vêem sequer a mínima alteração [para além da brusquidao e frieza quando tem que ser]..
Aqui dentro sou Eu.
E aqui posso ser o que quiser.
Posso ser forte, ou chorar como uma criança.
Posso fazer tudo ou de nada conseguir tomar conta..
O que não posso é permitir que gozem com a minha cara. Isso é que não.

Bom dia.
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