Do entretenimento. Puro. 

Não tenho visto muita televisão. Confesso que preciso readquirir o hábito de ver televisão, de me entreter com televisão, deixar que a televisão tome o lugar dos livros e da Internet que nestes últimos anos ganharam tanto terreno.. 

Contribuiu muito o não me prender a canais cujas línguas não dominava, e a não ter um jornalismo de proximidade mas à escala global o que, de certa forma, me afastou da televisão..

No sábado perdi [ou ganhei] tempo para ver um concurso do canal um que já o verão passado ou no Natal [não sei precisar] me tinha cativado. 

O “Sabe ou Não Sabe” é a prova viva de como entretenimento puro se pode fazer com muito poucos recursos, apenas com um excelente aproveitamento de uma ideia genial e conduzido por alguém simplesmente magnífico a fazer o que faz. 

O Vasco Palmeirim é um poço de talento. É a prova viva de que os homens não se medem aos palmos e que ser-se inteligente, carismático, extrovertido, simples, comunicativo e com capacidades mil, nada tem que ver com beleza, ser-se atraente ou bonito, ou elegante. O Vasco comunica bem, e isso faz com que consiga atingir o cume do Everest. O Vasco tem uma aptidão inata para comunicar, para criar, para estabelecer laços, para quebrar gelos impossíveis de (per)durar perante as capacidades de expressão que [todos terão] que lhe reconhecer. 

Passei um bom bocado. Ri-me, e troquei festivais de verão pelo conforto de um simples sofá, com uma televisão de [15cm] onde isso significou muito pouco. São programas como este que fazem a magia da televisão. O entretenimento quer-se simples, sem sofisticacoes. Que desperte emoções [sejam elas as que forem] dos 8 aos 80,por quem estudou até ao fim do que havia para estudar, ou por quem pelas circunstâncias da vida nunca tenha experimentado a dureza dum banco de escola…

Porque aquilo que vi foi entretenimento. Do puro. 

Boa Noite. 

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