Dos dias marcantes. 

Há dias que nos marcam. Podem nem ter implicações directas connosco, com a nossa pessoa, com os nossos projectos, mas se estão relacionados com a extensão de nós, com quem demos vida, então será sempre algo que não se esquece. 
Tive um cavalo de batalha para ensinar português. Mas não sou, nunca fui, nem possivelmente virei a ser, professora.

Dei o tudo por tudo para ensinar da melhor forma que consegui. Estudei para ensinar, reli para ler, aprendi para saber fazer da forma X, diferente da y que me tinha sido ensinada, colori, arranjei formas de motivar e estava capaz de ensinar português a miúdos se isso me tivesse sido pedido. Porque o que custa é apenas começar. 

Hoje foi a avaliação do meu trabalho. Do meu esforço. Não sei, nem saberei tão cedo, o resultado. Mas sinto-me de contas saldadas comigo própria no capítulo do ensino. Agora é a minha vez de aprender, coisas novas que já conheço, mas que é preciso, implementar, de novo. 

Se tiver saúde conquisto o que me for pedido. 

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