Done. 

Varrimento no campo feito. 
O que eu gosto mesmo, mesmo, é de andar no campo, no terreno, na “placa de vendas”. Lá onde as coisas acontecem, no mais nobre dos trabalhos que é o de quem contacta com as pessoas. Detestaria ser um médico a trabalhar em investigação, um bibliotecário daqueles que só arruma livros, detestaria fazer algo onde não visse, falasse, ou lidasse com pessoas. 

Hoje conheci a D.Maria que fazia anos no mesmo dia da minha avó, a D. Carmina que tinha um frango ao lume às 10 e meia que cheirava tão bem, tão bem, que nem que eu coma hoje um lavagante me sacia este salivar que a memória não deixa parar, a D. Emília que me abraçou e me disse “A menina é um anjo”, os senhores das obras que pintavam uma das casas da aldeia, a senhora de muletas que só vi no varandim ao longe, e todos os detalhes que captei com o meu telefone [vou aqui trazer alguns pormenores]…

Vim de coração tão mas tão cheio, que não tenho muitas palavras. Preciso de pouco, oh meu Deus, sou pessoa de precisar de tão pouco.. 

Boa Tarde para esse lado. 

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