Das pessoas. 

Há algum tempo, disseram-me que das coisas que mais gostavam de ler aqui no meu blog era de quando falava de pessoas. Histórias de pessoas, passadas com pessoas, acerca de pessoas. 

Estou há quase 3 anos para escrever sobre a pessoa de quem vos vou falar.. Cruzo-me muitas vezes com ele na estrada, ele a pé, eu a conduzir. Desde 2005 que isto me acontece. No começo interrogava-me sobre quem seria este homem, de onde vinha para onde iria, se tinha família.. Sempre me causou muita curiosidade, como se as estrelas que brilham a cada sua passagem, se acendessem com mais fulgor quando nos cruzavamos. Perguntei a muitas pessoas quem seria.. Passado um tempo foi-me esclarecido o mistério. 

O Eng Valdemar Caldeira é um professor universitário reformado que ao invés de receber a sua choruda reforma e gastar as suas heranças com ele, prefere fazer o bem a outros, e viver como se de um mendigo se tratasse. De discurso polido, educado, e sempre super respeitador, este senhor caminha à beira da estrada diariamente nas suas deslocações à cidade. Sempre de gravata, nos seus sapatos rotos e barba e cabelos a lembrar o Einstein dos nossos tempos. O meu coração sempre se interrogou com este senhor.. 
Vejo-o tantas e tantas vezes.. Muito conhecido, tem até um grupo de seguidores nessa rede social que duvido que frequente. 

Para vós, a história do Eng. Valdemar Caldeira. Sem dúvida uma inspiração. 

**

Advertisements

Tão triste

​https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1351603718286867&id=396937497086832

Ocorre-me pouco para dizer acerca desta tristeza.. A sério que sim. Os Estados Unidos estão muito, mas mesmo muito, mal representados. 

Uma tristeza é pouco para classificar isto. 

**

Da beleza da simplicidade. 

Isto é tão belo. É tão simples e tão belo. A magia e o encanto da sazonalidade das cerejas, saber que existem pouco tempo, que estão tão longe e fora do meu alcance, e que ano após ano, sem nada mudar, continuam no meu top.. Magia é o nome que se dá a isto. 

**

Entrançar. É a regra. 

Há alturas em que não consigo não entrançar o cabelo. É mais forte do que eu. Também há alturas em que tenho que ser muito forte, e há muito tempo que o sou. Há alturas em que até o corpo se ressente, há alterações no corpo, na mente, no sono… 

Desde que descobri a lenda do entrançar o cabelo que achei sempre que tinha o fazer. E faço. Quase diariamente. 

Boa Noite. 

**