Night. 

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Cause I need. 

Ando há que tempos para escrever sobre isto..

Noto que preciso de dormir muito mais agora do que antigamente. Que as tais 8 horas já não me chegam, quase nunca, para ficar em condições.

Muitas vezes, quando não tenho projectos ainda alocados ou já os terminei, depois do pequeno ir para a escola, tenho por norma umas 4 opções: a de levantar, a de continuar na cama a ler, a de perder tempo nas redes sociais, só scroll down sem nada de produtivo, ou dormir de novo. Nos últimos tempos, sempre que tenho oportunidade para tal, escolho a última opção. Esse sono matinal é por norma agitado, muito cheio de sonhos confusos e acordo sempre com as rugas da cara vincadas o que indicia que aquele sono foi tudo menos sereno. Mas é aquilo que mais preciso: dormir. É rara a noite em que não acorde a meio, uma, duas, três vezes.. Presumo que seja isto que me faça necessitar de mais horas..

Não tenho vergonha de assumir que preciso de dormir muito. É muito mais bem aceite socialmente que se durma pouco, tipo professor Marcelo que dorme umas 4,5 horas, dá um ar de pessoa enérgica e inteligente, mas caramba se não estou nesse patamar, que posso fazer?!

Dormir nunca me poderá fazer mal.. E não tenho vergonha de admitir que preciso de fazê-lo.

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Do que nos toca. 

Das polémicas que amanhecem conjuntamente com o raiar do dia [SuperNanny ‘s e afins], o que me prende a atenção é esta notícia de um idoso, na Turquia, que após um incêndio acidental [tentara acender algo com gasolina] que lhe destruiu tudo, consegue apenas salvar o seu gatinho. 83 anos em que as lágrimas lhe escorrem agarrado ao seu companheiro enquanto os bombeiros apagam o fogo.

[Tocou-me tanto, mas tanto esta história]. Isto pode vir a propósito da minha hastagh #umdiavouterumgato. Mas é que vou mesmo!!

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