Night. 

Gosto muito.

Boa Noite

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Super Homem. 

Hoje venho falar do Juiz Carlos Alexandre. Não sou teimosa, burra velha. Sei reconhecer quando me engano relativamente a uma pessoa, e eu [e tantos milhares] confesso que fui uma das que saiu algumas vezes [erradamente] em defesa de José Sócrates. E de Carlos Cruz. A dada altura confesso que me começou a soar estranha a cara de Sócrates, cheirava a culpa e a malícia. E se há coisa que tenho muito forte é o meu sexto sentido.

Sempre achei o Super Juiz um tipo íntegro, que me parecia tão honesto quanto pouco desejoso de atingir as luzes da ribalta. Via nele um homem simples, inteligente, perspicaz e nada temeroso. Se havia coisa que não tinha era medo e isso foi sempre notório.

A semana passada, a propósito da poluição no rio Tejo e da polémica do pobre inocente que foi condenado por difamação por uma papeleira [cujo Conselho de Administração deveria envergonhar-se], eu vejo Carlos Alexandre a defender o seu rio, as suas origens, as suas gentes. Sem tiques de vedeta [que aliás nunca teve], Carlos Alexandre mostrou mais uma vez ser feito de uma matéria muito rara e nobre que só entra no ADN de quem é mesmo muito especial: a simplicidade.

Um homem que não tem vergonha de admitir que foi carteiro, que bateu de porta em porta, que conhece as pessoas pelo nome, que é simples no trato e sofisticado na inteligência [há algo mais mágico que isto?!], mostrou ser muito mais que um Super Juiz. Que ele pode, mais hoje mais amanhã deixar de ser Juiz, mas um Super Homem será para Sempre.

Orgulho em si, meu caro senhor.

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Na calha. 

Tenho 4 assuntos na calha para escrever: Diogo Piçarra, Juiz Carlos Alexandre, o confronto na Síria e assuntos diversos de trabalho. De como tenho visto reviravoltas em cargos de chefia nos últimos sítios onde tenho passado, sobre exoneraçoes e “fazeres de cama”..Só preciso mesmo de tempo. 

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Dias cheios. 

Há dias mesmo cheios. Dias completos, sem buraquinhos para preencher, sem qualquer hipótese de sequer dar tréguas ao imenso trabalho que tenho em mãos. Gosto dos projectos acabados para ontem, se isso fosse possível recebia o trabalho e finalizava-o no mesmo dia. Fiz muitos [afinal tão poucos] kms numa roda viva sempre forrada a chuva e trânsito caótico, fiz muita coisa, foi um dia cheio, tremendamente cheio.

[A cara de um dia de Inverno e o cenário de suculentas do Leroy Merlin]. 

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