Boa Noite. 

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Social Media License 

Acho, mas é que acho mesmo, honestamente, que as pessoas para poderem ter redes sociais, tinham que fazer um exame antes. Assim como temos que fazer um exame para poder conduzir, para poder pilotar uma aeronave, um barco, para poder sulfatar as árvores de fruto, assim teria que haver o “Exame de Acesso às Redes Sociais”. E atenção eu não estou a gozar.

Tenho visto nas redes sociais pessoas com nítidos problemas e ausência de capacidades para mandarem bitaites no Facebook, no Instagram, no Messenger. Tenho muita pena de pessoas estúpidas. Muita pena mesmo. Cheguei a uma fase da vida que já me estou a borrifar para ser bem educada com pessoas que não valem a água que bebem, o ar que respiram. Pessoas que ofendem por ofender, que magoam porque sim, que não têm um pingo de sentimento ou vergonha. Não quero saber se me odeiam, se me detestam, se falam mal de mim nas costas, é para o lado que durmo melhor. Nos grupos que administro tenho uma taxa de tolerância zero para xic@s espert@s, dos que se acham giros, poderosos, e fotógrafos de renome. Trato todos por igual, não admito faltas de respeito e sempre que o entendo expulso as pessoas na hora. Sem aviso prévio, nem justificações. Nem sequer me dou ao trabalho de pedir prévia opinião aos outros moderadores, que estão comigo na administração. Saltam logo fora. 

Há pessoas que não têm o dom da palavra escrita. E por isso é que nunca deveriam ter acesso a redes sociais, não deveriam ter acesso à palavra escrita, para além de escreverem o seu nome. Pessoas que se escudam atrás dos teclados, pessoas que são más, mesquinhas, fúteis e doentes mentais [de maldade], não deveriam poder ter acesso a escrever fosse o que fosse a outros. 

Esta imagem que vos mostro é o final de uma conversa tida via messenger com uma “amiga” de família, professora, com idade acima dos 50 anos. Supostamente seria para ser querida, para dar incentivo. Só que não. O que aqui está escrito não se escreve a ninguém, nem ao nosso pior inimigo, nem a alguém que realmente detestemos. É muito, muito, tremendamente, mau. Mas aconteceu-me a mim, um destes dias. 

Triste, apenas triste. 

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Olhos postos. 

Ontem, depois de trabalhar, ia na rua e os meus olhos bateram numa montra cheia de santinhos.. Estavam lá todos, desde o Sto António ao S. João, passando pela Rainha Santa, S. Pedro, e até o anjo da guarda lá estava. Os meus olhos bateram nesta pequena da foto, e não mais desgrudaram. Senti uma força tão grande a impelir-me que apenas entrei e perguntei se eram para vender os pequenos da montra.. 

Esta veio comigo. Não me agarro à santinha à procura de milagres, agarro-me a ela como toda a vida me agarrei. Nos bons e nos maus momentos.

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No doubts about it. 

Tenho disso a certeza. Tenho a certeza que a minha luz não acaba aqui, que tenho ainda muito para dar e que tenho que levantar a cabeça e tentar seguir com a vida em frente. Por mais escuro que tudo isto seja, o meu brilho, a minha luz, não acaba aqui.

Há horas mais complicadas que outras, há noites mais complicadas que outras, há momentos de verdadeira tristeza, há alturas em que não me reconheço no espelho.. Depois há outras em que vejo como tenho [poucos] amigos mas tão verdadeiros e em como tantos gostariam de me ajudar e não conseguem.

“The best is yet to come” é a máxima a que tenho que me agarrar.

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Bom dia, domingo. 

Novo dia, novo domingo.. Queria dormir, dormir muito, mas não consigo.. 8 horas da manhã e pimba acordei…

Está sol e lembro-me agora de tudo o que, e com quem sonhei.. Parece que estive mesmo aí..

Bom dia para esse lado

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