Estúpidos “Fúteis Epitáfios”… 

Há malta, como eu, que tem uma avença. Quando isso acontece num jornal ou numa revista, como colunista, essa avença é por norma em troca de uns 800, 900 caracteres [ou até menos] semanais. Nesses artigos quem escreve, [que pode ser desde o Zezinho da esquina, a uma dietista, um cantor, um jornalista, um humorista..] está a dar a sua opinião sobre determinado assunto, um assunto de relevo nacional, internacional, uma opinião apenas, o que seja.

Ora bem, eu já estou com atraso relativamente a este assunto, que confesso, demorei a digerir..

Este tipo que se julga inteligente, de nome José Diogo Quintela que fazia parte de um quarteto humorístico que se foi degradando com o tempo, de nome “Gato Fedorento”, pensa que o estatuto [que não tem] lhe permite dizer o que pensa [e o que não sabe] sobre tudo e mais alguma coisa. Vai daí e a propósito da reivindicação de obras, feita por alguns pais na oncologia pediátrica do Hospital de São João no Porto, resolve escrever esta pérola. Sim, vão dizer-me que isto é pura ironia, que a inteligência dele o leva a escrever estas coisas e nós os burros é que nao entendemos o que ele quis escrever..

Ora bem, isto fica-lhe mal sabe, Zé Diogo das padarias. Não se escreve sobre este assunto, nestes termos, nem que fosse o maior irónico creditado da escola dos artigos de opinião. Não o vi retratar-se em nenhum lado e digo-lhe que lhe ficou tão, mas tão mal, este tiro ao lado.

Não teve graça, nem humor, nem ironia, nem inteligência, nem nada de nada. Foi apenas um momento infeliz, como tantos que já teve. Perceba que a época em que fazia humor já passou, tal como os kilos que perdeu, foi-se-lhe também parte das capacidades e não lhe reconheço qualquer mérito para escrever uma coluna de opinião. Nem no CM quanto mais. Dedique-se aos pastéis, à sua rede de padarias, a mandar bitaites acerca dos seus empregados que diz você ganham bem para o que fazem. É apenas um triste, ó Zé Diogo.

Quando não souber sobre o que escrever, faça como eu, tire uma fotografia aos pés. Com sorte apanha um bocadinho de calçada bonito e não lhe sai tanta porcaria das entranhas. Palhaço, é pouco.

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Bom dia, 19.

O tempo e a sua rapidez. Já estamos a 19 de Abril. Ainda ontem vim de lá do sol posto e parece que cheguei agorinha mesmo.

Está um lindo dia de sol, que parece que é de pouca dura mas que importa aproveitar.

Bom dia, Especiais.

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