Da sensibilidade. 

O meu filho é muito diferente de mim em muitas coisas e muito igual em outras.

Ontem veio a público a história do menino brasileiro que não tendo dinheiro para comprar os cromos da caderneta do Mundial, os desenhou um a um, pela sua mão, com todos os detalhes, com uma caderneta inventada, com separadores, cromos e divisão por equipas. A história toca, especialmente a quem está por dentro do que é fazer as cadernetas. O meu pequeno [e eu, confesso] chorou baba e ranho com esta história. Ficou tocado, sensibilizado, e notei que até se sentiu mal por ter uma [duas] caderneta completa, com todos os cromos, todos, todinhos. Valeram as trocas, o meu esforço, o dele, os colegas, os pais dos colegas, o pessoal do futebol.

Hoje ficámos em casa. Como é “Inverno” eu dediquei-me a arrumar roupas [tenho tanta coisa que preciso dar um jeito, que faço cada coisa em cada dia, um dia camisolas, outro complementos, outro acessórios], arrumei várias gavetas, organizei o closet do calçado, sandálias para a frente, botas e calçado fechado para trás, e o pequeno na sala sempre em silêncio. Achei estranho e fui ver…

Deparei-me com isto..

Eu não tenho talento nenhum para o desenho. De maneiras que fiquei babada a olhar..É uma app [que eu desconhecia] que vai mostrando linha por linha, como desenhar os jogadores. Brutal entretenimento, saudável e que nos descobre talentos..

Adorei.

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