Nem o verde salva.. 

Domingo 11 de Novembro 2018. 

Para uns é domingo de chuva enfiados em casa, para outros é dia de acorrer e salvar um avião em dificuldades, para outros é dia de S. Martinho e de comer castanhas, para outros é dia de almoços e repastos em bons restaurantes e para outros é dia de se fazer justiça e aplicá-la.

Não gosto nem um bocadinho do Bruno de Carvalho. Não duvidei nem um instante de que foi o mentor dos ataques de Alcochete, porque tudo cheirava a esturro inclusive a sua cabeça e os posts tresloucados que recheavam as suas redes sociais. Foi muito grave, muito horrendo e muito estúpido o que se passou. Mustafa, o líder da Juve Leo, “terá recebido do presidente, luz verde para avançar”, pode ter descambado o que se pretendia apenas que fosse um susto, um mero susto daqueles abre olhos, estúpido lá está. Coisas à filme que não funcionam na vida real.

O Bruno de Carvalho não tem qualquer hipótese de se safar. Era injusto que os quase 40 que a esta hora estão atrás das grades, acordassem a cada dia com a terrível injustiça que o mentor, que o cérebro, se pavoneava qual galo emproado, em liberdade [apenas no corpo, que a mente lhe está apreendida há muito].

Tem sido exímia a actuação da justiça nos últimos tempos. Quem mata, quem agride, quem comete crimes hediondos, tem que pagar por eles.

Não tenho pena que o Bruno de Carvalho não tenha comido castanhas, tendo a certeza que lhe devem ter dado dores de barriga na mesma. Até prova em contrário, temos que dar a presunção de inocência, mas aqui não me cheira, sinceramente. Foi tudo muito mal orquestrado, e parece-me que há culpas no cartório. Em 48 horas terá que ser conhecida a decisão. Não tenho grandes dúvidas. 

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