Unconditional. 

Muitas vezes me perco de mão na mão. São os momentos só nossos, tão gigantes, que me fazem fechar os olhos. Nem sempre consigo isto, muito menos consigo a ligeireza para, de mansinho, fotografar o momento. Há minutos muito nossos, tu que vieste de mim, tu que és uma extensão de mim.. 

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Almost. 

Só de pensar que estamos no mês 12, que este ano foi um turbilhão, que nem percebo se passou depressa, se passou devagar. Que o tempo e a sua noção estão alterados em mim como se tivesse perdido a capacidade de o analisar, de saber a quantas ando, envolvida que estou em sonhos, pesadelos e dificuldades em ordenar o sono e o meu equilíbrio.. Não tem sido fácil a jornada com o corpo a ressentir-se, mas tudo tenho feito para manter as capacidades de “me aguentar”. 

Hoje é outro dia, amanhã é outro mês. 

Bom dia, nevoeiro. 

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