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Bom dia, solinho bom. 

Não tem estado tempo para cachecóis, gorros, quanto mais para luvas e bebidas quentes. Quando olho para o tempo no meu telemóvel, é interminável o número de dias de sol… E isso é mágico e as pessoas no geral nem sabem dar o valor, porque há sempre, porque é assim, porque já nem se valoriza..

Bom dia para esse lado.

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Isto. 

Sofro desta porra. De ter pavor, quase pânico, a esta época de festas. De comer como uma desalmada, e andar cheia de sentimentos de culpa porque os bombons X e y estavam em cima da mesa e não fui capaz de não os devorar. Por este ano não ter tido forças para enviar mensagens de Natal autonomamente. Nem ter ido ao cabeleireiro, e à esteticista como é meu ritual todos os anos antes do ano acabar. Por andar com uma raiz no cabelo sem madeixas e nem forças para me sentar no cabeleireiro ter tido, logo eu que gostava tanto daquele bocadinho. Foi preciso a minha cabeleireira me ter olhado nos olhos e me “obrigar” a marcar para a semana que vem. Que juntas haveríamos de conseguir encontrar uma solução para me levantar as raízes e o ânimo. E esta porra toda não mata mas mói. A balança já aumentou, e eu sinto tanta falta do ginásio, que não vejo a hora de voltar. Isso e trabalhar.

Sofro de “Holiday blues” e não há medicação para isto..

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After Christmas. 

Fartos de empanturrar comidas pesadas, bacalhau, carnes puxadas, milhentos doces e afins?! Hoje foi tempo de preparar uns deliciosos wraps de frango.

Refogar quadradinhos de frango com azeite, cebola, alho, cenoura ralada, tomate cherry cortado em metades, mistura de alfaces ou rúcula, e um pouco de molho pesto. Barrar as tortilhas com queijo Filadélfia, rechear, fechar com palitos, colocar queijo ralado e levar ao forno a gratinar.

Super fácil, super delicioso e uma óptima e leve alternativa para o pós-festas.

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Prendas, Parte III

Há 3 fases nesta saga descomunal que são as prendas de Natal:
1)Pensar e comprar

2)Entregar

3)Trocar

Se é penoso por demais enfrentar as filas para comprar em todos os dias depois de começar Novembro [há pessoas que a 1 Novembro já têm árvore e os presentes todos], é ainda mais penoso enfrentar de novo [e a duplicar] as mesmas filas para fazer as trocas. Para complicar, o período de trocas coincide com o começo de saldos o que torna a coisa hilariante. Tenho que trocar algumas prendas de natal e estou sem capacidade para enfrentar as lojas, a desarrumação e as malhas puxadas nas camisolas, mais o borboto das lãs ainda no expositor. Tenho que respirar fundo e ir. Tentar escolher aquelas horas em que não há ninguém [eu não trabalho em lojas de roupa, salvo raras excepções muito pontuais e sempre em cadeias daquelas que tem mil pessoas por metro quadrado como é o caso da Primark, logo não sei como funcionam estas lojas em termos de tráfego humano nestes períodos de saldos]. Ontem tive uma experiência hilariante ao fazer uma troca [de uma prenda que eu tinha oferecido e me pediram para trocar], e a situação é tão rocambolesca que a estou a contar num outro post que aqui trarei [está em suspenso enquanto escrevo].

Não me apeteciam trocas mas não posso ficar com peças de roupa que não me são confortáveis, já me basta a quantidade enorme de coisas que tenho e que preciso de descambar.. Vamos ver como corre, não tenho pressa.

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