7.

Hoje é dia 7. Para quem não sabe eu tenho alguns números pelos quais sou viciada. Um deles é o 7.

Hoje foi um dia intenso de trabalho, um dia que começou bem cedo, e onde consegui atingir aquilo a que me tinha proposto. Tive tempo para falar ao telefone, para arrumar com 17 projectos, para comer meia sandes já eram quase 3 horas, para ainda tratar de umas trocas, levar o pequeno ao treino e cozinhar o jantar lavando de seguida uma pilha gigante de louça.

Hoje foi esse grande acontecimento nacional [só que não!], a grande estreia do programa da Cristina Ferreira. Não vi nada, afinal as televisões da Rádio Popular estavam desligadas. Mas tenho tanta gente ligada e na área da comunicação, que me haveriam de contar a grande parvalheira que lá aconteceu.

Deixo para amanhã a minha opinião, a minha grande desilusão. Há coisas, professor Marcelo que não podem acontecer. Porque o senhor já não é só professor, por acaso também é Presidente, e este tiro foi muito, muito ao lado, e a sua justificação foi ainda mais triste. Assuma que talvez devesse ter escolhido outro timing para esta chamada. Isto foi mau demais. Estou tão, mas tão desapontada, que tive esperança sempre que tivesse sido um humorista a ligar para lá e isto não tivesse passado de uma brincadeira.

Tão mau, Sr.Presidente, esteve tão mal.

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