Starting yellow. (Not)

Pensei mesmo que estava aberta a temporada do amarelo mas parece que não, a avaliar pela aragem gelada que hoje ao fim da tarde já se fazia sentir. O tempo está mudado, parece que vem aí frio outra vez, e logo eu que já arrumei os casacos quentes todos..

Tempo de muito trabalho, muitos projectos extra, um horário muito apertado para conseguir dar conta de tudo..Confesso que estou muito habituada a ter semanas leves de trabalho que me permitem escrever, ler, ir ao ginásio e tratar de tudo o que tenho de tratar. Nos próximos meses não será assim. Tenho projectos muito exigentes com muitas horas de trabalho externo e muitas horas de relatórios. O trabalho nunca fez mal a ninguém e ainda bem que o tenho, se cada vez tenho mais projectos é porque todos aqueles que fiz foram bem feitos. Fico contente com isso.

Ontem lá fui à nutricionista. Novas análises aos meus dados antropométricos, tentar perceber o que se passa com o meu corpo. Chego à conclusão (muito óbvia) que como de menos. Que na ânsia desmesurada de ver alguns resultados reflectidos nesse aparelho que se chama balança, descurei uma série de coisas, inclusive deixar o corpo andar à deriva com falta de alimento. Quão estúpido pode isto ser?!

Continuo após 7 semanas a inserir tudo o que como numa aplicação que, pelo menos, me faz ter noção da composição nutricional dos alimentos. Cumpri os 21 dias sem chocolate e quase que bebo um litro de chá por dia. Tenho altos e baixos no foco, muitas (tantas) horas apetece-me comer uma tablete inteira dessa coisa manhosa a que chamam chocolate com 80% de cacau.

A minha nutricionista disse muitas coisas acertadas e que me fazem sentido:

“Esqueça o óleo de côco, a farinha de espelta, as gelatinas com 0 calorias, o pão shape do Continente. Coma pão normal. Gelatinas normais. Não temos estudos recentes sobre esses produtos desconhecidos que compõem os rótulos. O corpo gosta de massa adiposa, gosta do quentinho, gosta de barriguinha cheia, luta para sobreviver. Se não lhe dá de x em x horas ele armazena o pouco que lhe dá, não sabe quando vai ter de novo. O segredo é gastar mais do que come.”Ponto. Final.

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