Stars on me.

Time to sleep.

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Quando te sentes perdida e tens mil relatórios para fazer, quando finalmente os acabas (quando achavas que não irias conseguir), e recebes mil e-mails das pessoas que coordenam os teus projectos a dizer que vão de férias, que estão ausentes, que bla, bla, bla, quando percebes que só precisas de respirar fundo e perceber que estas há quase 24 horas sem estar serena, com um aperto doentio no peito que parece que te arranca o fulgor e a capacidade. Quando te enfias na cama e ainda só são 6 da tarde de um sexta feira, princípio de férias para tantos, meados para outros e continuação para outros tantos. Quando precisavas de voar e respirar fundo e abraçar quem falta te faz..Quando te sentes quebrada e sem forças para nada, para absolutamente nada, depois de teres feito tudo o que tinhas que fazer. Nem te é devido o descanso e o fim de semana, porque a agonia do imenso trabalho que aí vem te tolda o descanso. E quando fazes contas e percebes que ganhas à peça e quanto mais melhor, mas percebes que já tens dificuldade a gerir o stress e mil projectos ao mesmo tempo..

É tempo de descansar, e reflectir nos ensinamentos que o sábio que ontem partiu nos deixou..”Viver com pouco não quer dizer nada. Absolutamente, nada”.

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A morte de alguém que apreciavamos, quer conhecessemos ou não, deixa-nos sempre com a sensação que é muito ténue a linha que separa a vida da morte. Que isto é uma viagem que pode acabar muito depressa e que por isso há que respirar intensamente e caminhar este caminho que é a vida, da melhor forma.

Acordei de uma noite mal dormida. O sol brilha lá fora, tenho uma dor de cabeça incrível, e o trabalho obriga-me a ir para o computador.

Bom dia para esse lado.

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