Quinta.

Ah que maravilha se se pudessem usar saias…e camisolas sem casaco..e sandálias e cestas. Que maravilha se o 27 de Junho de hoje fosse como Junho era antigamente..dia de Verão e calor..

O mundo está diferente, o tempo está diferente, os dias estão diferentes…e a culpa de tudo isto não sei bem de quem será..

Bom dia para esse lado.

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O drama deste Mundo.

Como é possível ficar indiferente a estas imagens, a este drama vivido por estas pessoas?! Custa-me que nos dias de hoje isto possa acontecer, como é possível que isto aconteça em países ditos civilizados?!

Dói na alma ver este braço desta criança abraçada ao pai que (pensava ela) lhe ofereceria a segurança de uma vida..

São imagens duras, muito fortes.

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Day by Day..

Nasci filha mais nova de um casal que aos 37 ainda não tinha desistido de ter uma menina. Naquele tempo não havia ecografias, era no momento do parto que se sabia. Calhei a vir menina, rechonchuda, com saúde e cheia de garra. Foi num dia de calor e nem sei precisar a hora porque já devo ter perguntado mas acho que já ninguém se lembra.

Os 37 daquele tempo eram muito diferentes dos de agora. Eram rugas vincadas, marcadas mas com sorriso por trás. Nascida de uma família humilde, desde os 2 anos que aprendi a gritar plenos pulmões que aqueles senhores não eram meus avós mas meus pais “Não sou neta, sou filha” foi das primeiras frases que aprendi.

Sempre me lembro dos meus pais com debilidades mas cheios de garra e vigor. O meu pai encerraria a sua jornada de trabalho por conta de outrem mal concluí a minha licenciatura, ainda nesse meu mês de Verão. Tenho uma dívida eterna de gratidão pelos meus pais. Por não terem desistido de mim quando o mais fácil seria desistir e por me terem dado sempre a mão, quando mais precisei. Não sou de uma família de afectos, de carinhos constantes, mas isso não me impediu nunca de ser ligada muito mais que carne e osso…

Por isso os meus últimos tempos me tenham arredado de muita coisa, até do meu blog. Porque há muita coisa a tratar e porque foi tudo muito rápido, num ápice para o qual não estaria (nem agora nem nunca) preparada. Todos os minutos são levados a pensar na melhor estratégia ou forma para isto ou para aquilo. Na gestão dos medicamentos, na gestão das dores, das alterações, dos esquecimentos atrozes que nos alertam que a doença aí está, pela calada, a fazer das suas. É muita coisa ao mesmo tempo. É ter um nó constante e permanente. Um sufoco desmedido que me leva a força por vezes mas a trás de imediato porque é assim que tem que ser.

E porque para tratar dos outros tenho que estar em pleno, foi tempo de vestir a bata cor de rosa, esta já debotada pelas inúmeras mulheres que a vestiram, e ir ver se tudo estava bem. A coragem passou a meu terceiro nome, e as lágrimas só caem quando me faltam as forças…

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YoPro.

Gosto de experimentar produtos novos. Não ando a treinar, não ando com cabeça para pensar em dietas, nem consigo malhar afincadamente, mas ontem fiz uma caminhada de 7 kms e senti-me muito cansada no final mas com aquela sensação boa do exercício.

Já tinha comprado este produto a semana passada num pós-treino e gostei muito. É lactose free o que quer dizer que posso estar descansada. Para mim passa muito bem por um lanche completo porque a embalagem é bem generosa (300g) e não sinto necessidade de mais nada. Não é doce mas é saboroso, não é demasiado grosso nem líquido demais, está naquele equilíbrio perfeito.

O YoPro da Danone é assim uma pequena maravilha.

Há uma gama mais alargada, mas ainda só provei este, deste sabor. Não é barato mas como opção de lanche saudável, ao invés de um croissant de chocolate e um Ucal parece-me uma opção mais saudável.

Podem consultar mais informações Aqui

P.S. A foto é desta tarde. Hoje é dia 17 de Junho e choveu como se de Novembro se tratasse. Não está o frio de Novembro, mas cheira a terra molhada e a chuva molha a sério. Isto é para ser assim até quando?!

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