Não costumo ser pessoa de desistir. Mesmo quando possa ser a melhor solução para as coisas. Os dias, as noites, as manhãs, as tardes, as horas de almoço, jantar e lanche têm sido forradas a angústia. Confesso que não tenho conseguido vir, que me é difícil (doloroso até) escrever, falar e desabafar. Como se algo me estivesse entalado na garganta, e me impedisse de deitar cá para fora o que sinto…

Não desisti do blog, de escrever, ou de considerar especiais os poucos que me lêem. Só peço que este turbilhão passe.. Apenas isso.

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