Night, Night

É quando quase bato no chão que me agarro à fotografia e ao prazer que me proporciona. Sim não tenho fotografado com a máquina como outrora. Muitas razões me levam a isso, mas essencialmente o ter um telemóvel melhor, com uma boa câmera, com inúmeras apps de tratamento de fotografia, aqui tudo ao alcance da minha mão, seja a principal razão.

Gosto de fotografar com a máquina, essencialmente quando estou sozinha ou então captar pessoas que me dizem muito. Não me atiro a captar desconhecidos em eventos por exemplo, (já) não me dou a esse trabalho. Muito menos a captar pessoas que não o queiram ser, que isto com a RGPD pia mais fino e não estou para me meter em trabalhos.

Hoje troquei literalmente o ginásio pelas fotografias. E, honestamente, acho que fiquei (muito) a ganhar.

Boa Noite

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Sleep mode.

Hoje prometi a mim mesma que voltaria a dormir. Que depois de arrumar mochilas, lancheiras e caixas cheias de material de EV me haveria de deitar de novo e dormir.

Os dias não tem amanhecido solarengos nem bonitos. Estão carregadinhos de nevoeiro, cinzentos e pouco convidativos.

Hoje prometi a mim mesma que voltaria a dormir e dormi. Daquele dormir feito de sonhos, confusão de “coisas que não se lembram” misturada com pesadelos. Esta noite dormi seguido, de uma volta, e voltei a não chegar às 2 horas sequer de sono profundo. Já percebi que não há hipótese, que comigo não há muito sono profundo. Que devo estar ali naquele limbo dos sonhos, das vivências e das preocupações.

Está cinzento de manhã, um calorzão desmedido à tarde. Tem sido assim todos os dias. Aquele calor brutal que abafa.

Hoje é outro dia. Já dizia o ditado.

Bom dia para esse lado

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