Last one of the year.

Último dia do ano. Deste que foi tão duro. Deste que foi dos anos mais marcantes da minha vida. Deste que eu, honestamente, quero que acabe rápido.

Ontem passaram 22 anos do meu acidente. 22! Agora,a olhar distante, vejo que a morte é o pior dos males. E estive ali rés vés campo de Ourique. Consegui ficar apenas com marcas no rosto. E algumas na alma. As do rosto eu escondo, a cada dia. Como se não quisesse que fizessem parte da minha história. Mesmo com a cirurgia de correção são feias e tenho que as ver e com elas conviver. Diariamente. Vejo agora que isso não é nada. Haja saúde. Hoje e Sempre, Haja Sempre Saúde!

Bom dia para esse lado.

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