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E na caminhada de hoje apanhei estes ramos. Que para mim simbolizam muito da esperança em dias melhores. Este confinamento está a confirmar aquilo que eu já sabia. Que preciso de pouco, de muito pouco. Que não sinto saudades nenhumas de corredores de shoppings e de roupa ou maquilhagem nova. Que nunca mais calcei uns sapatos, nem sequer sequei o cabelo como deve ser. Que há algum tempo que não conduzo e não sei se ainda o sei fazer de forma intuitiva. Que tive que (re)escrever na alma as passwords de acesso ao ginásio, ao tablet da empresa, porque não sei quando as vou poder inserir de novo…E que não vejo o caraças da luz ao fundo do túnel…(não vejo mesmo!).

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